Na oportunidade, Alexandre de Moraes lançou o Plano Nacional de Segurança Pública. "Nós sempre destacamos como se faz ou como se pode fazer com eficiência segurança pública se não houver coordenação entre todos, se não houver uma interação entre união, Estados e também municípios", afirmou.
"É necessário uma mudança cultural, administrativa e de financiamento do sistema penitenciário. Também precisamos reforçar a fiscalização de nossas fronteiras", completou o ministrodurante o 4º Encontro do Pacto Integrador de Segurança Pública Interestadual e a 64ª Reunião do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp).
Para Cármen Lúcia, é preciso mudanças estruturais e não apenas conjunturais no Brasil. "Há leis de execuções penais que não estão sendo cumpridas". A ministra reforçou que "estamos em estado de guerra. Isso é gravíssimo. Somente juntos, os três poderes poderão resolver a falta de segurança pública".
(Foto: Governo de Goiás)
O governador reforçou o assunto levantado por José Eliton dizendo que segurança pública deve ser prioridade. "Tenho falado, há alguns anos, da importância de se criar um fundo de segurança pública nacional, da mudança da legislação penal e da presença das forças armadas fechando as fronteiras, além de medidas diplomáticas com os países que permitirem a entrada de drogas no Brasil".