Yuri Lopes
Goiânia – O debate da rádio Sagres 730 nesta quarta-feira (12/9), começou com perguntas de jovens aos cinco candidatos mais bem posicionados nas últimas pesquisas.
Daniel Vilela (MDB), José Eliton (PSDB), Kátia Maria (PT), Ronaldo Caiado (DEM) e Weslei Garcia (PSOL) responderam cinco perguntas elaboradas por jovens aprendizes, sobre oportunidades de trabalho, segurança e saúde.
Por sorteio, Caiado foi o primeiro a responder a pergunta feita sobre direcionamento de carreiras e da proposta aperfeiçoamento para tomadas de decisões pensando no futuro. Caiado respondeu que vai investir em todas as fases do ensino sob responsabilidade do Estado. “Penso em apoiarmos e alavancarmos o resgate do respeito ao professor, garantir a titularidade, depois, lutar por um Ideb mais alto”.
Weslei Garcia foi perguntado sobre o mercado de trabalho e quais suas propostas para ampliar oportunidades. O candidato do Psol iniciou a resposta dizendo que vai investir em uma educação laica. Weslei criticou o que considerou baixos investimento em Educação em Goiás e a retirada da titularidade aos professores. “Vamos investir em educação integral, que permita alcançar autonomia em sua totalidade”, disse.
Questionada sobre as dificuldades na área da saúde em Goiás, Kátia Maria disse que sua proposta para resolver o problema da falta de medicamentos e atendimentos em unidades de saúde sob responsabilidade do Estado é regionalizar o atendimento da saúde.
A Daniel Vilela foi perguntado se o candidato do MDB tem alguma proposta para diminuir a criminalidade em Goiás. Daniel afirmou que pretende atuar em duas formas para resolver este problema, "primeiro no combate à criminalidade, começando com administração de pessoas, como levar os policiais militares que estão em trabalhos burocráticos para realizar as funções pelas quais foram preparados. Depois no investimento em atividades extracurriculares, culturais, e oferecer condições de praticar outras atividades".
Transporte público foi o tema direcionado a José Eliton. O governador iniciou explicando que parte do transporte coletivo é administrado por um consórcio privado. “O que cabe ao Estado é o Eixo Anhanguera, através da Metrobus. Quero melhorar a Metrobus, inclusive na segurança. Criei o Batalhão de Terminais, que conseguiu diminuir em mais de 70% criminalidade no Eixo. Tenho o compromisso de manter e melhorar a Metrobus.