São Paulo – Se fosse um país independente, a Califórnia seria a oitava economia do mundo. A partir de segunda-feira, 1º de janeiro, o Estado mais populoso dos EUA e responsável por mais de 15% do PIB do país passa a fazer parte do grupo de sete Estados que permitem o comércio e o consumo da maconha para uso recreativo. Em outros 22, a maconha é permitida com acompanhamento médico.
Analistas dizem, porém, que a Califórnia é diferente porque, a partir de segunda-feira, um em cada cinco americanos terão acesso legal à droga, o que pode acelerar a tendência de legalização nacional.
Autoridades californianas estimam que, em 2020, o setor movimente US$ 7,2 bilhões e o Estado arrecade US$ 1 bilhão em impostos. Defensores da legalização estão mais otimistas porque, em Nevada, o comércio de maconha gerou US$ 19 bilhões em impostos apenas nos quatro primeiros meses após o fim da proibição. (Agência Estado)