Washington – O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, disse nesta quinta-feira (19/11) que não imporia um bloqueio nacional para combater a pandemia de covid-19, apesar do aumento de casos no país. "Não vejo nenhuma circunstância que exija uma paralisação nacional total. Acho que seria contraproducente", disse Biden, que assumirá o cargo em 20 de janeiro, a jornalistas.
"Não vou parar a economia, ponto final. Vou parar o vírus", disse de seu reduto em Wilmington, Delaware, após reunião com governadores para discutir a resposta à crise, garantindo que seguirá as recomendações dos cientistas. "Repito, sem confinamento nacional", insistiu.
Biden tem enfrentado questões sobre uma suposta paralisação nacional para tentar controlar o vírus depois que um dos membros de sua força-tarefa cogitou a possibilidade em uma entrevista. Mas Biden e outros membros disseram que a proposta não está na mesa e não é a melhor opção para enfrentar a pandemia.
Não há medidas nacionais de confinamento em vigor nos Estados Unidos, mas, conforme as infecções disparam, Estados e cidades têm imposto restrições, desde confinamento em residências e fechamento de escolas até a limitação do tamanho das reuniões. Os EUA registram mais de 251 mil mortes e mais de 11,6 milhões de infecções por covid-19, de acordo com um balanço da Universidade Johns Hopkins. (Com agências internacionais) (Agência Estado)