A Redação
Goiânia –
O deputado federal Alexandre Baldy acompanhou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), em missão parlamentar a Assunção, capital do Paraguai, nesta segunda-feira (9/10) para falar sobre o aumento do comércio bilateral entre os dois países e sobre como sanar as dificuldades com alterações legislativas. Baldy integrou a comitiva de deputados federais que estiveram com Maia junto ao presidente da República Horacio Cartes, ministro de Relações Exteriores Eladio Loizaga e o presidente da Câmara dos Deputados Pedro Alliana.
“O Brasil é o maior exportador ao Paraguai, se conseguirmos reduzir os entraves que existem hoje com alterações legislativas conseguiremos promover o crescimento econômico de ambas economias”, destacou o deputado goiano. Também foi discutido o redirecionamento de investimentos e importações de Indústrias brasileiras, que hoje são oriundas da Ásia, para o país vizinho com o objetivo de reduzir o custo logístico e ganhar mais competitividade com as marcas brasileiras, pois o Paraguai possui custos de produção e importação inferiores aos do Brasil.
“Como uma carga tributária média de 10%, insumos como energia elétrica bem mais baratos e um imbróglio jurídico nas relações trabalhistas muito mais simplificados, até mesmo nos fazendo refletir o quanto temos de desafios no Brasil para reduzir custos à produção local e agregação de valor/riquezas para produtos brasileiros consumidos no país ou exportados, gerando empregos às famílias brasileiras”, explicou Baldy.
O deputado Alexandre Baldy reforça que é preciso construir alianças estratégicas com países vizinhos, vislumbrando a redução de preços dos produtos para consumo das famílias brasileiras. “Temos de trabalhar para que a redução de custos e seja uma realidade, temos uma carga tributária absurda para quem produz e gera empregos. Temos uma máquina pública pesadíssima nas costas, corporativismo defendendo custos cada vez maiores, falta de logística e consequentemente insumos mais caros. Quanto mais custos, benesses e despesas colocamos no setor público brasileiro, menos o setor produtivo é competitivo e mais perde-se produção e empregos não mais entre os Estados brasileiros, mas para outros países do mundo, ficando o desemprego, a fome e falta de perspectivas e um país forte e de futuro promissor como o nosso”, esclareceu.