A Redação
Goiânia
– O presidente da Câmara Municipal de Goiânia, vereador Andrey Azeredo (MDB), avaliou o trabalho desta legislatura em 2018 nesta terça-feira (13/11). “Tivemos um trabalho extremamente profícuo de intensos debates, matérias relevantes discutidas, muitas aprovadas, algumas rejeitadas, e a realização de comissões especiais de inquérito (CEIs) com o intuito de apurar possíveis desvios e propor soluções, como ocorreu, em especial, no primeiro semestre deste ano”, destacou.
Lei Orçamentária Anual
Sobre o que ainda pode ser aprovado em 2018 na Câmara, o presidente citou a Lei Orçamentária Anual (LOA), instrumento jurídico que detalha os gastos governamentais do ano que vem.
“Esta é uma matéria importantíssima que já está em trâmite na Casa, hoje sob a relatoria do vereador Clécio Alves (MDB) na Comissão Mista. Nos próximos dias teremos audiências públicas e a votação, já no início de dezembro, para gerarmos condições legais para que o prefeito Iris possa, a partir de primeiro de janeiro, executar um bom trabalho na defesa e na melhoria da qualidade de vida dos goianienses”, afirmou.
2019: geração de oportunidades
Questionado sobre as expectativas e desafios para 2019 na Câmara, Andrey ressaltou que a meta principal é a de “continuar trabalhando incansavelmente na defesa dos cidadãos e daquilo que eu acredito que é o correto, como a melhoria da qualidade de vida das pessoas e, em especial, na geração de oportunidades.”
Na opinião dele, Goiânia vive um “momento muito crítico no qual a juventude anseia por mudanças, oportunidades, possibilidades de contribuir com a cidade e de poder realizar os próprios sonhos.”
Transparência e segurança jurídica
Acerca da retirada da pauta de votação, nesta terça (13) do projeto do vereador Vinícius Cirqueira para alterar a data de eleição da Mesa Diretora, Andrey explicou que “não competia a mim fazer juízo de valor sobre esse assunto. O regimento é claro: na alínea B, inciso 2º do artigo 14, diz que o presidente determinará o sobrestamento dos dois processos no momento em que se encontrarem e os enviará à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foi isso que eu fiz e disse que não poderia apreciar naquele momento para que não fosse maculado o processo legislativo desse tema.”
O presidente ressaltou que a proposta apresentada tem no seu mérito “gerar transparência dos atos. Comungo com essa ideia, implantei o portal de transparência na Prefeitura quando era controlador do município em 2011 e aqui reformulei o site da Câmara para gerar mais clareza. Já pautei novamente para amanhã, a questão era o rito. E isso para evitar que qualquer vereador questionasse no Judiciário e aí a proposta não teria efeito prático. Reconheceram isso, votaram na CCJ como estabelece o regimento e a matéria será debatida novamente. O que me move é a lisura dos atos e a correição com o processo legislativo. Tenho muita clareza das minhas ações.”