A Redação
Goiânia – Secretário de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino faz um balanço positivo das ações da pasta durante a pandemia e destaca, entre outros pontos, a criação de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) em todas as macrorregiões do estado. "Além de contratação de mais 1.900 pessoas, compra de aparelhos e 4 milhões de Equipamentos de Proteção Individual", destaca.
“Esse discurso de que nada foi feito, não é fidedigno. Fizemos muito. Para a estrutura estadual investimos mais de R$ 250 milhões, mandamos EPIs para os municípios, compramos ventiladores mecânicos direto da fábrica. Do ponto de vista de estruturação, o que precisava ser feito, foi. Agora é preciso cosiderar também a questão comportamental”, aponta.
Sobre o número de leitos públicos de UTI considerado "ideal" por um estudo de Universidade Federal de Goiás (UFG), Ismael reconheceu que não é uma tarefa fácil, mas que o Estado, segundo ele, está fazendo seu papel nesse sentido. "Chegar ao número de 2 mil leitos de UTI em um curto espaço de tempo é praticamente impossível", destaca.
Sobre o isolamento 14 x 14 proposto pela UFG, Ismael salienta que, se não houver adoção em massa, pode perder a eficácia. No entanto, reafirma que os municípios têm autonomia para adotar ou não as medidas sugeridas pelo decreto assinado pelo governador Ronaldo Caiado na última semana.