Adriana Marinelli
Representantes do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg) e do Comando Local de Greve ( CLG) se reuníram, nesta segunda-feira (18/6), para tratarem da greve de parte dos professores das universidades federais em Goiás. O encontro serviu para que o sindicato e o CLG estabelecessem acordos já previstos, mas a greve continua. É o que afirma a Coordenação de Jornalismo da UFG. “Não fazia sentido ter dois grupos lutando pelos mesmos ideais”, afirma o professor Juarez Ferraz de Maia.
Ficou estabelecido que as deliberações da greve se darão por Assembleia Geral. De acordo com a Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia (Facomb), está prevista uma Assembleia Conjunta para a próxima quinta-feira (21/6), às 14 horas, sendo que a mesa será composta por três pessoas de cada representação. “Vamos discutir o que nos interessa. Carreira universitária, condições de trabalho e questões salariais estarão em pauta, mas tudo isso depende do governo.” Entre outras coisas, também ficou estabelecido na reunião, realizada na sede da ADUFG, a criação de um fundo de greve e o compromisso de não apresentar voto por procuração.
Na quarta-feira (13/6), parte da diretoria eleita da Associação dos Pós-Graduandos (APG) da UFG levou ao reitor da universidade, professor Edward Madureira, as deliberações da Assembleia Geral que fundou a entidade, além de uma série de reivindicações acerca da política de assistência estudantil e também questões específicas da pós graduação. Antes da reunião com a Reitoria, a APG esteve presente e usou a palavra na Assembléia Geral dos docentes, onde mais de 300 professores votaram pela manutenção da Greve.
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