A Redação
São Paulo – O Metrô de SP opera parcialmente na manhã desta quinta-feira (5/6) devido à greve dos metroviários. Houve tumulto na Estação Corinthians-Itaquera, que acabou sendo controlado pela Polícia Militar, após um início de depredação.
Os trabalhadores rejeitaram a proposta de 8,7% feita pelo Metrô e decidiram, na quarta-feira (4/6), entrar em greve, conforme haviam anunciado.
O sindicato da categoria informou que os 9.800 funcionários das linhas 1-Azul, 2-Verde. 3-Vermelha e 5-Lilás aderiram à paralisação.
Em entrevista à rádio Jovem Pan, na manhã desta quinta (5), o governador Geraldo Alckmin criticou a decisão dos metroviários de cruzarem os braços.
Disse que o governo fez todos os esforços para que a paralisação não acontecesse. "Mas a categoria já estava determinada a isso. É uma greve de caráter político", afirmou o governador.
A Linha4-Amarela, privatizada, continua operando normalmente. "Nela, os trabalhadores, que pertencem a outro sindicato, aceitaram o reajuste no nível da inflação", disse Alckmin à Jovem Pan.
A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) informou que o rodízio de veículos está suspenso hoje.
Comunicado
Em comunicado na página do Facebook, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo afirmaram que "em Assembleia lotada, os trabalhadores decidiram por greve geral por tempo indeterminado a partir de zero hora de quinta-feira (5/6)".
O texto culpa ainda o governador Geraldo Alckmin pela decisão. (Com informações da Agência Estado)