Yuri Lopes
Goiânia – Depois de muito barulho por conta do aplicativo Tubby, que seria a revanche do Lulu, chegou a explicação do motivo de não ter estreado no último dia 4 de dezembro. O aplicativo foi anunciado como a versão masculina do Lulu e pretendia avaliar o desempenho das ex-namoradas.
Na madrugada desta sexta-feira, um vídeo foi postado na página oficial do Tubby, explicando que tudo não passava de uma ação com o intuito de protestar contra o uso de pessoas como objetos.
O vídeo foi publicado na página do aplicativo no Google Play e no site oficial. Acompanhado do vídeo estava a tag #aEsperaTerminou.
Gravado em coreano, ao acionar a opção de legenda é possível compreender todo o mistério em torno do aplicativo. "Pessoas não são objetos, e a intimidade de um relacionamento, por pior que tenha sido, não pode ser exposta dessa forma. Esse tipo de aplicativo pode até ser 'mera brincadeira', mas dão as ferramentas para pessoas anonimamente fazerem estragos na imagem pública das outras, caso ainda mais grave nos dias atuais em que observamos intimidades filmadas por ex-namorados vazando na rede e tende repercussões drásticas", diz um provável executivo do Tubby.
Além de justificar a existência do falso aplicativo, o vídeo alfineta o Lulu. "Sem falar no aspecto sexista, machista, hetenormativo e cruel, dentre outros retrocessos que essa futilidade promove. Vocês já ouviram falar de respeito, intimidade e privacidade?", diz o vídeo.
Publicado na página oficial do Tubby no YouTube, a descrição diz que a iniciativa não é uma trollagem, mas uma mensagem.