A Redação
Goiânia –
O Museu da Imagem e do Som de Goiás (MIS), em Goiânia, recebe a coletiva Cada batida é um estrondo. A abertura ocorre neste sábado (7/11), às 10h, e a visitação segue aberta até o dia 6 de dezembro. Com curadoria de Paulo Duarte Feitoza e realizada no âmbito das pesquisas do Laboratório de Curadoria (FAV/UFG/CNPq), a mostra reúne dezesseis artistas de diferentes estados brasileiros e de outros países em torno da arte sonora.
Cada batida é um estrondo propõe uma reflexão sobre o som para além daquilo que se ouve, explorando suas relações com o corpo, o espaço, a imagem e a memória. Por meio de diferentes linguagens, técnicas e abordagens artísticas, os trabalhos apresentam o som, o ruído, a voz, o silêncio e a vibração como elementos capazes de transformar a percepção do ambiente e ampliar as possibilidades de criação e experiência estética.
Integram a exposição obras de Adriano Monteiro, Ana Emerich, Benedito Ferreira, Gabriel Ferrera, Isabella Brito, Leandro Araújo, Matheus Pires, Rafaela Blanch, Renata Bastos, Renata Weber e Rubens Pileggi, além dos artistas internacionais Alois Feichtenberger, da Áustria; Amanda Gutiérrez e Carlos Edelmiro, do México; Hilda de Paulo, de Portugal; e Oksana Rudko, da Rússia.
A mostra integra um projeto de pesquisa e intercâmbio internacional desenvolvido pelo Laboratório de Curadoria, vinculado à Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG/CNPq), em parceria com o Museu da Imagem e do Som de Goiás (MIS). A iniciativa reúne artistas de diferentes gerações e procedências, cujas produções exploram múltiplas formas de incorporar a dimensão sonora à arte contemporânea, seja por meio da escuta, da experimentação sensorial ou da ocupação do espaço expositivo.
O MIS funciona no Centro Cultural Marietta Telles Machado, na Praça Cívica, nº 2, no Setor Central, em Goiânia. A visitação ao salão expositivo ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 13h. A entrada é gratuita.
