Adriana Marinelli
Goiânia – Continua o impasse sobre a suspensão do serviço de Citybus em Goiânia. Para discutir o assunto, uma reunião será realizada na tarde desta quarta-feira (17/7), às 16 horas, no gabinete do presidente da Câmara e secretário da Região Metropolitana, Eduardo Zaratz, no 2º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia.
Na última quarta-feira (10/7), a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC) anunciou a suspensão dos serviços do Citybus. Em nota oficial, a RMTC explicou que a decisão seria por tempo indeterminado e que a medida foi tomada a fim de contribuir para a manutenção dos serviços de transporte público na capital. A decisão foi tomada em acordo com a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC).
Na quinta-feira (11/7), a Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC) não autorizou as empresas de transporte coletivo a suspenderem a circulação do Citybus na capital.
O pedido para a suspensão do serviço foi apresentado pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) à CDTC, que pode homologar ou não. No caso do Citybus, a Câmara entendeu que não há motivos reais para a suspensão e determinou que o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (Setransp) apresente um estudo que justifique o pedido.
Fim de semana
No sábado (13/7), ao contrário do que estava previsto, os micro-ônibus continuaram circulando normalmente. "Diferente do que foi publicado nos meios de comunicação deste sábado (13), especialmente na capa do Jornal O Popular, a RTMC informa que o serviço de Citybus continua operando normalmente sem nenhuma alteração", disse a íntegra da nota, assinada pela Assessoria de Comunicação do Consórcio RMTC.
Atualmente, o Citybus – que funciona há quatro anos e que para a RMTC é um serviço mal sucedido – atua em uma rede de 10 linhas, todas com conexão à Praça Cívica, no Centro de Goiânia. O valor da passagem varia entre R$ 2,70 e R$ 5,40 e a categoria atende cerca de 1.900 passageiros.