Taíssa Queiroz
Goiânia – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados por forças norte-americanas, neste sábado (3/1), por ordens do presidente dos EUA, Donald Trump. A ação vinha sendo planejada há alguns meses com ensaios detalhados do esconderijo de Maduro e treinamentos de entrada e saída da residência fortificada.
Segundo uma fonte, a Central Intelligence Agency (CIA) (Agência Central de Inteligência) havia uma equipe em solo venezuelano desde agosto, que fornecia informações sobre a rotina do presidente, favorecendo a sua captura. Além disso, outras duas fontes afirmaram que a Agência contava com um informante próximo a Maduro, que indicaria sua localização durante a operação.
Com todo o treinamento e equipes posicionadas, Trump aprovou a missão quatro dias antes de ser efetivada. A operação Operação Absolute Resolve, para capturar Maduro, foi acompanhada ao vivo pelo presidente norte-americano e durou algumas horas para ser bem sucedida.
O Pentágono enviou 11 navios de guerra e mais de uma dúzia de caças F-35 ao Caribe. Mais de 15 mil tropas foram deslocadas para a região, oficialmente em operações antidrogas. Com os ataques em andamento, forças especiais avançaram para Caracas, para cortar portas de aço no esconderijo de Maduro.
Ao chegarem ao local, as tropas e agentes do FBI entraram na residência, descrito por Trump como “fortaleza muito bem protegida”. “Eles simplesmente arrombaram, entraram em lugares que realmente não eram feitos para serem arrombados, portas de aço colocadas ali exatamente para isso”, disse Trump.
Dentro do esconderijo, Maduro e sua esposa se renderam e ambos foram capturados pelas forças dos Estados Unidos.
