Catherine Moraes
“Não há inconstitucionalidade no reajuste salarial de 35% aprovado pela Câmara Municipal, ainda assim eu decidi vetar o projeto por interesse público, por clamor social”, afirmou o prefeito.
Caso o aumento tenha validade, o salário do prefeito sube de R$ 18,4 mil para R$ 26 mil e dos vereadores e secretários de R$ 11 mil para R$ 15 mil. Uma petição pública que está sendo repassada pelas redes sociais já alcançou 9.182 votos.
"Caso se constate irregularidades e o prefeito não vete, poderemos acionar a Prefeitura de Goiânia", completa o promotor, que terminará seu parecer nesta quarta-feira (15/8).
Votação
Quem presidiu a sessão que votou o projeto e o colocou em prioridade foi o vereador Clécio Alves (PMDB), vice-presidente da Câmara. Votaram a favor do aumento de salário: Agenor Mariano (PMDB), Alfredo Bambu (PR), Célia Valadão (PMDB), Charles Bento (PRTB), Deivison Costa (PT do B), Denício Trindade (PMDB), Iram Saraiva (PMDB), Luciano Pedroso (PSB), Luiz Teófilo (PMDB), Maurício Beraldo (PSDB), Rusembergue Barbosa (PRB), Tatiana Lemos (PC do B) e Tiãozinho do Cais (PR).
Contra o aumento votaram apenas Elias Vaz (PSOL), Geovani Antônio (PSDB), Paulo Borges (PMDB), Simeyzon Silveira (PSC) e Virmondes Cruvinel (PSD). Apesar de votar a favor, Jorge do Hugo (PSL) afirmou que não viu o que estava sendo votado e pediu que fosse registrado em ata, sua posião contrária.
Já Eudes Vigor (PMDB), Fábio Caixeta (PMN) e Izídio Alves (PMDB), assinaram a presença mas não estavam no momento da votação.
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