Mônica Parreira
Investigação
Todos os dez delegados da Delegacia Estadual Especializada em Investigações de Homicídios (DIH) estão apurando o crime. De acordo com a delegada titular, Adriana Ribeiro, as testemunhas que presenciaram o assassinato foram ouvidas na manhã desta sexta-feira. Adriana não especificou quantas pessoas foram ouvidas.
A delegada pontuou que o celular do cronista já está sendo periciado e que vai ser requerido o rastreamento de todas as ligações feitas na região onde Valério foi morto. As imagens de pelo menos cinco câmeras de segurança estão sendo analisadas pela equipe da DIH.
Parentes e colegas de trabalho de Valério Luiz também estão sendo ouvidos pela Polícia Civil. O presidente da Associação dos Cronistas Esportivos de Goiás, Romes Xavier, afirmou à imprensa que Valério estava sendo ameaçado por telefone.
Romes disse ainda que a família do cronista comentou que Valério estava querendo deixar a carreira para se dedicar à advocacia. Valério Luiz era especialista em Direito Tributário.
Enterro
Como aconteceu
Valério Luiz deixava a Rádio Jornal 820 AM, por volta das 14h, quando um motociclista disparou seis tiros contra seu carro, um Ford Ka preto. A ambulância de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local minutos depois para prestar os primeiros socorros, mas a vítima já não apresentava sinais de vida. O autor dos disparos e a motivação do crime ainda são desconhecidos.
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