A Redação
Goiânia – Projeto de Lei enviado pelo prefeito Iris Rezende (MDB) nesta terça-feira (22/12) à Câmara Municipal de Goiânia, a pedido da próxima gestão, prevê modernizar a estrutura administrativa da Prefeitura de Goiânia para “garantir eficiência na entrega de serviços públicos”. O projeto foi aprovado em primeira votação no plenário da Câmara.
A proposta foi elaborada pela Comissão de Transição de Maguito Vilela (MDB) e elenca a reestruturação assumida pelo prefeito eleito durante a campanha eleitoral. Serão criadas duas secretarias e ainda serão desmembradas outras duas pastas para dar celeridade às demandas da população goianiense, inclusive em resposta às necessidades geradas pela pandemia de covid-19.
Na justificativa, a Comissão de Transição cita a importância de a gestão "atuar com mais eficiência" para entregar soluções para a população que mitiguem os efeitos do coronavírus e da crise gerada pela pandemia.
Outros pontos citados são o cenário fiscal equilibrado do Paço Municipal e as novas necessidades da população goianiense, que teve incremento de mais de 105 mil moradores a partir de 2015, ano da última reforma administrativa.
“Para tanto, torna-se imperioso realizar ajustes na atual lógica e estrutura de secretarias, visando a modernização, a racionalização administrativa e os ganhos de eficiência para a entrega de serviços públicos”, cita o documento ao destacar que a recomposição estrutural é importante para a administração de Goiânia, de modo a respeitar integralmente a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Um dos compromissos assumidos por Maguito foi a criação da Secretaria de Esportes, que terá foco no apoio, desenvolvimento e no incentivo às práticas esportivas no município. Outra estrutura prometida pelo prefeito eleito foi a Secretaria Municipal de Relações Institucionais, que será responsável pela captação de recursos junto ao Governo Federal. O modelo foi assertivo nas conquistas de Maguito Vilela frente às administrações que realizou em Aparecida de Goiânia.
Uma das principais novidades da gestão será a criação do Escritório de Prioridades Estratégicas, que ficará responsável pelo planejamento e pela implantação dos projetos de grande impacto da gestão, bem como pela desburocratização, gestão por processos, gestão de resultados, modernização e a análise de políticas públicas.
Segundo a comissão de transição, toda a estrutura administrativa também passará a contar com secretários executivos para auxiliar os titulares das pastas e "deixá-los livres para as discussões e elaborações de políticas mais complexas".