A Redação
Goiânia – Vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota (Cidadania) disse nesta segunda-feira (20) que o período de medidas mais duras, adotadas no primeiro decreto do governo estadual em março, no início da pandemia, foi fundamental para evitar um colapso na saúde pública de Goiás.
“Naquele momento, os leitos públicos de UTI estavam concentrados na região metropolitana de Goiânia. Nós contávamos com menos de 300 leitos, em poucas cidades. O governador Ronaldo Caiado tomou uma decisão de proteger a vida de quem vive no interior”, afirmou.
O vice-governador rechaçou criticas de que o fechamento das atividades em março tenha sido uma decisão precipitada e disse que o governo precisava desse tempo para ampliar o sistema de saúde público.
Ele reforçou que foi dado um salto significativo no número de leitos de UTIs em Goiás. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), em janeiro do ano passado, a saúde pública contava com 259 leitos de UTIs em quatro municípios. Atualmente, já são 583 leitos públicos, em 16 cidades goianas.
“A decisão acertada do governador de conter o alastramento do vírus enquanto estruturava as unidades de saúde preparou o Estado para a situação que estamos enfrentando agora. Mesmo com o crescimento no número de infectados, a saúde em Goiás não entrou colapso”, disse o vice-governador.