A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga o relacionamento de autoridades com o contraventor Carlinhos Cachoeira aprovou nesta quinta-feira (14/6) a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico, de mensagens de celular e de e-mail dos governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). A decisão ocorre um dia após Agnelo ter colocado, durante depoimento na CPI, seu sigilo à disposição da comissão, o que levou a Perillo a tomar a mesma iniciativa.
Em votações unânimes, os integrantes da CPI decidiram abrir os sigilos dos dois governadores desde 1º de janeiro de 2002 até o presente momento. Inicialmente, a intenção era que o sigilo fosse quebrado apenas pelos últimos cinco anos. "Eu aceito um aditamento do meu requerimento para que seja de 10 anos", afirmou o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), autor de um dos dois requerimentos referentes a Perillo. (Agência Estado)
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