Michelle Rabelo
Um prejuízo aproximado de R$30 mil. Esse foi o resultado de um furto de gado que aconteceu na zona rural do município de São Miguel do Araguaia, a 489 km da capital. Os animais estavam em uma fazenda que fica a cerca de 20 km de São Miguel e o proprietário acredita que foram furtados na última quinta-feira (24/5), quando não havia ninguém na propriedade. Ao todo foram levadas 30 cabeças de gado. A Delegacia da Polícia Civil do município investiga o caso.
O produtor rural, Adolfo Eurípedes de Oliveira, de 58 anos, registrou queixa e prestou depoimento. Dono da fazenda que é considerada de pequeno porte, Adolfo percebeu que o gado tinha sido levado no final de semana, quando viu a porteira arrombada e sentiu falta dos animais.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Alvares Geraldo Lins, os furtos têm sido frequentes. “Quem adquire a carne sabe bem o que está comprando, conhece a origem ilícita do produto e geralmente pretende vender para o mercado clandestino”, explica.
Regras
Para transitar, todo produto alimentício de origem animal, precisa de nota fiscal e do selo de inspenção sanitária. O selo emitido pela Vigilância Sanitária, pode fazer referência ao município, Serviço de Inspeção Municipal (SIM; ao estado, Serviço de Inspeção Estadual (SIE) ou ao país, o Serviço de Inspeção Federal (SIF).
A orientação da Vigilância Sanitária é para que os consumidores que encontrarem produtos clandestinos, comuniquem ao órgão, evitando assim as inúmeras doenças que acompanham, por exemplo a carne clandestina.