A Redação
Goiânia – Em sessão extraordinária realizada na noite desta quarta-feira (8/8), o Conselho Secional da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) aprovou por maioria absoluta os relatórios do conselheiro seccional Rubens Fernando Mendes Campos referentes às prestação de contas da Seccional Goiana e da Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (Casag) durante o exercício de 2017.
A sessão do Conselho Pleno foi conduzida pelo presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio de Paiva, e pelo presidente da Casag, Rodolfo Otávio Pereira da Mota Oliveira. Lúcio Flávio ressaltou o compromisso assumido por essa gestão com a ética, o trabalho, a transparência, a economicidade e a racionalidade dos gastos. Rodolfo, por sua vez, destacou pontos positivos alcançados pela Caixa de Assistência, como o Meu Escritório e a reforma do CEL, em benefício direto da advocacia.
A prestação de contas de 2017 mostra, comparando os números, a franca evolução da gestão da OAB-GO e da Casag nos últimos dois anos. O diretor-tesoureiro da OAB-GO, Roberto Serra, a título de exemplo, destaca a evolução do índice de liquidez da seccional, que era de R$ 0,48 em 2015 (gestão anterior), passou para R$ 0,74 em 2016 e alcançou R$ 0,89 em 2017. Cita, ainda, a forte evolução dos repasses duodecimais às subseções: R$ 498 mil em 2015 (gestão anterior), R$ 957 mil em 2016 e R$ 1,628 milhão em 2017.
A OAB-GO reduziu os gastos com materiais de consumo de R$ 2,3 milhões em 2015 (gestão anterior) para R$ 1 milhão em 2017. O Baile do Rubi, que custou R$ R$ 328 mil ao bolso da advocacia na gestão anterior, em 2015, teve seu custo reduzido a R$ 84 mil em 2016 e R$ 20 mil em 2017. Para 2018, o orçamento do Baile do Rubi, que acontece em 31 de agosto, é zero.
Em apenas dois anos, a Caixa de Assistência conseguiu ampliar em 105% a Disponibilidade Financeira acumulada nos 72 anos anteriores. Auditorias do Conselho Federal da OAB constataram um salto de R$ 17,9 milhões entre os anos de 2015 e 2016, chegando a valor mais do que duas vezes superior ao encontrado ao final da gestão anterior. Em 2017, a Disponibilidade Financeira alcançou R$ 35,749 milhões.
A entidade, ainda seguindo as diretrizes da seccional, criou mecanismos de repasse de recursos à advocacia do interior como o Programa de Valorização aos Advogados e Subseções (Provas) e ainda buscou estar mais próxima dos profissionais instalados fora da capital com a instalação de oito unidades regionais.