A Redação
Goiânia – A cadeia da indústria da construção goiana reuniu na tarde desta terça-feira (09), na Casa da Indústria, construtoras, incorporadoras e fabricantes de materiais.
O encontro, promovido pela Câmara da Indústria da Construção da Fieg, incluiu debates sobre a Norma de Desempenho NBR 15.575, mesas de negócios e apresentações rápidas, durante as quais as empresas falaram sobre seus produtos.
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A cadeia agrega 15 segmentos da construção. Nosso objetivo é agregar todos esses segmentos dando uma robustez para a construção civil e fortalecendo essa cadeia produtiva. Visamos fazer com que as empresas comprem das empresas goianas e seus produtos sejam qualificados. Assim teremos competitividade pelo fator qualidade e não pelo fator preço. Também podemos gerar mais empregos e mais riqueza, reforçando a representatividade cada vez maior da construção civil dentro do contexto sócio econômico do Estado", disse o presidente da Fieg, Pedro Alves.
Segundo informações da Caixa Econômica Federal, que financia boa parte das construções, muitos projetos têm buscado enxugar custos, mas pecam no compromisso com a qualidade. Isso gera alguns transtornos ao comprador do imóvel. Os principais são:
– Problemas de infiltração de tetos e paredes
– Vazamentos de água e incidência de umidade na junção de esquadrias (janelas) com a alvenaria.
– Trincas e rachaduras nas paredes e rebocos
– Má construção/vedação nas paredes, pisos e tetos, o que possibilita a passagem de muito barulho de vizinhos laterais, de cima ou de baixo.
– Grande impacto no valor de revenda do imóvel, já que tais problemas puxam pra baixo o valor de mercado.
– Mais insalubridade e insegurança ao proprietário
– Menor vida útil do imóvel
Outro ponto relevante da obra é a fixação de prazos para garantia. Com isso, fica mais claro e transparente ao consumidor o que ele tem direito de requerer à construtora em reparos sem custo, desde que dentro do prazo de garantia.