A Redação
Goiânia – Um dos cinco detidos na operação da Polícia Civil que apura fraudes no concurso de delegado substituto em Goiás, o profissional Antônio Francisco, que já exerceu funções ligadas à Medicina, foi cassado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) em 2006 por prática de aborto. Em nota, o Cremego informou, na tarde desta segunda-feira (13/3), que a cassação foi referendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2007 e entrou em vigor em 4 de dezembro daquele ano.
No entanto, ainda segundo o Cremego, Antônio cassação foi referendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2007 e entrou em vigor em 4 de dezembro daquele ano. Em 1984, também em decorrência de um processo instaurado pela prática de abordo, o médico tinha sido cassado pelo Cremego. A cassação foi confirmada pelo CFM, mas Antônio recorreu à Justiça Federal, que lhe garantiu o direito de continuar trabalhando.
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Em atendimento a pedido da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária, a Secretaria de Gestão e Planejamento de Goiás decidiu suspender o concurso público para Delegado de Polícia Civil, edital n° 007/2016.
A decisão ocorreu após a prisão de cinco suspeitos de fraudar as provas do certame, ocorrida na manhã desta segunda-feira (13/03), pela própria Polícia Civil de Goiás.
Segundo a resolução 001/2017, a suspensão visa garantir a todos os candidatos e à comunidade em geral a manutenção dos princípios constitucionais e é por prazo indeterminado, até que se conclua o processo de investigação.