O clima de tristeza era evidente. Dezenas de pessoas foram até os lugares atingidos pelos terroristas para prestar homenagens às vítimas com flores, canções, cartas e velas. Um dos espaços mais visitados foi o Bataclan, maior alvo dos ataques.
O goiano Paulo Azevedo passa as férias em Paris e deveria voltar para o Brasil no domingo (15), mas até agora não sabe quando será possível viajar. "Estamos em uma situação bem complicada. As fronteiras estão fechadas, a gente não sabe se vai poder voltar. Entrei em contato com a embaixada do Brasil, mas não tive nenhum feedback, não sabemos o que vai acontecer", disse. "Há um clima de emergência, a informação de que não devemos sair de casa", completou ao dizer que vários estabelecimentos não abriram.
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