A Redação
Goiânia –
Receber o título de patrimônio histórico significa que o local é importante para a história e cultura local. Neste sábado (17/8), data que se comemora o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, vale lembrar que história e cultura são riquezas inestimáveis de um povo e dizem muito sobre como uma dada população lida e aprende com sua própria trajetória e costumes. Neste quesito, Pirenópolis está muito bem servida com a preservação de patrimônios que resgatam a história da cidade desde o período colonial. Localizado a 130 quilômetros de Goiânia, o município goiano conta com quatro bens tombados, sendo três materiais e um imaterial, constituindo um dos mais significativos patrimônios históricos de Goiás e que atraem cerca de 300 mil turistas por ano, segundo dados da secretaria de Turismo de Pirenópolis. Confira mais detalhes dessas riquezas históricas e culturais de Pirenópolis:
Na área, que remete ao estilo colonial do século XVIII, destacam-se as construções do Theatro Sebastião Pompeu de Pina (construído em 1889), a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, que abriga o museu de Artes Sacra e foi construída em 1750; a Igreja do Nosso Senhor do Bonfim (edificada entre 1750 e 1754) e o Divino Lounge Café, que integra o conjunto paisagístico do largo do Bonfim, composto pela Igreja do Bonfim construído na década de 1980 e reinaugurado em agosto de 2017.
Feita com paredes de adobe pau a pique, telhas-coxa sustentadas por esteios e vigas de madeira, a edificação bicentenária é uma das paradas obrigatórias para aqueles que visitam Pirenópolis. De acordo com a proprietária da fazenda, Telma Machado, o patrimônio nacional recebeu cerca de 10 mil visitantes em 2018.
Durante os anos, a festa ainda viu outros ritos e representações serem incorporados, como as tradicionais Cavalhadas e a figura dos Mascarados. Celebrada desde 1819, é uma das maiores manifestações de devoção ao Divino Espírito Santo do Brasil e atrai turistas do Brasil e exterior, 50 dias depois da Páscoa.