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Às vésperas da eleição, atirador mata policial na Champs-Élysées, em Paris

Atirador foi morto | 20.04.17 - 17:16 Às vésperas da eleição, atirador mata policial na Champs-Élysées, em Paris (Foto: reprodução/sputniknews.com)
PARIS - Um homem armado trocou tiros com a polícia na Avenida Champs-Élysées, a mais importante da França, por volta das 21h (16h em Brasília) nesta quinta-feira, 20, às vésperas da eleição presidencial. Um agente foi morto na hora e outro dois ficaram gravemente feridos. O atirador foi morto.
 
O ataque ocorre às vésperas das eleições presidenciais no país, no domingo.  O ministro do Interior francês, Pierre-Henry, informou que os policiais eram o alvo do ataque. Ele corrigiu a informação de que um segundo policial havia morrido.
 
Em seu pronunciamento, o presidente francês, François Hollande, assegurou que se tratou de um "ataque terrorista". Ele convocou uma reunião de gabinete de emergência.O tiroteio na Champs-Élysées está sendo investigado pela seção antiterrorismo da Procuradoria de Paris.
 
Segundo o Ministério do Interior, um atirador foi morto a tiros e, de acordo com a agência Reuters, um mandado de prisão foi emitido para um segundo envolvido no incidente. Segundo o ministério, o atirador saiu de um veículo e deliberadamente mirou em policiais que faziam a guarda na região da avenida. Uma fonte policial afirmou que ele já era conhecido das autoridades como um extremista.
 
Dezenas de unidades policiais foram enviadas a um dos locais mais famosos entre os turistas na cidade. O comércio da região fechou as portas e a via foi isolada pela polícia. 
 
Via redes sociais, a chefia de polícia de Paris aconselhou: "Evitem o setor e respeitem as orientações das forças de polícia". O ataque desta quinta ocorre dois dias depois de uma operação policial prender dois homens em Marselha suspeitos de preparar um atentado imimente visando as eleições. 
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump lamentou o ocorrido em Paris durante um pronunciamento ao lado do primeiro-ministro italiano. "Isso parece mais um ataque terrorista."  (Agência Estado, com EFE, Reuters e AP)


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