A Redação
Goiânia – Futuro secretário de Indústria, Comércio e Serviço de Goiás, o senador Wilder Morais (Democrata) se reuniu, nesta quinta-feira (31/1), com representantes do Fórum Empresarial do Estado. O encontro foi realizado na sede da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio). “Eu quero entender o que cada segmento tem vivido, economicamente falando, porque a briga do empresário goiano vai ser a minha briga, quando eu assumir a secretaria”, diz Wilder.
Na ocasião, o futuro secretário ouviu demandas relativas a cada setor, representado na reunião pelas entidades de classe. O encontro do Fórum Empresarial de Goiás acontece periodicamente com o objetivo de apresentar os gargalos de cada setor e, aproveitando as experiências, trocar ideias sobre os melhores caminhos de resolver cada situação apresentada.
Estiveram presentes representantes da Fecomércio, da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Federação das Associações Comerciais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg), Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Associação Comercial e Industrial de Goiás, Federação da Câmara dos Dirigentes Lojistas, além do superintendente de Indústria e Comércio César Augusto Moura, e o auditor fiscal estadual Adonídio Neto Vieira Júnior, que assumirá a superintendência de Atração de Investimentos e Negócios da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás.
Esse foi o último compromisso de Wilder Morais como Senador da República. Wilder esteve no senado durante 6 anos. “Eu fui o senador que mais levou recursos para os municípios. Não teve um município do Estado de Goiás que não tenha uma obra do senador Wilder”, destaca. Wilder Morais agora volta à vida pública como secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás. Quero começar com o pé direito. Estou terminando de alinhar várias propostas para desenvolver o estado. Vamos usar de verdade, deixando mais acessível a população, programas como o Banco do Povo, Fomentar, Produzir e, sobretudo, atrair novas empresas para o estado”, garante.