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A Redação
O Bahia chegou ao Serra Dourada neste domingo para claramente
fazer um futebol simples contra o Atlético. E conseguiu. O 1 a 0 para os
baianos no placar final foi de bom tamanho para eles e de péssimo gosto para
os goianos. Soberano na maior parte deste segundo turno, hoje tem faltado ao
Atlético Goianiense a calma e o futebol para conseguir o tão esperado triunfo.
Todo atleticano já decorou o script: quando uma vitória
vier, o Dragão estará matematicamente garantido na Série A. Com esta nova
derrota, porém, completa-se quatro jogos em que o torcedor espera esse resultado e ele
não vem. Dessa forma, a equipe segue estagnada nos 42 pontos ganhos. O
compromisso seguinte é contra o Santos, na próxima quinta-feira, em pleno Pacaembu.
Afobação
A partida começou com larga afobação por parte da equipe
atleticana. O ataque tentava investidas confusas, enquanto o sistema defensivo
dava espaço ao adversário, que não desperdiçou. Aos 10 minutos, Thiago
Feltri falhou feio na saída de bola e o lateral Marcos, do Bahia, disparou pela
direita. No cruzamento, encontrou Souza completamente livre de marcação. O
centroavante só teve o trabalho de estufar a rede.
Uma vez com a vantagem no placar, o Bahia tratou de se
retrancar e sair no contra-ataque. O Dragão sofria com a má atuação de
Vitor Junior, retornando de suspensão, e do apagado Anselmo. Felipe bem que
tentou, em bomba soltada aos 17 minutos, mas a bola saiu por cima do gol. Fora
isso, o rubronegro pouco criou.
Expulsões
De maiores emoções, apenas a investida de Lulinha, aos 25
minutos, também para fora, e duas expulsões. Souza e Gilson se desentenderam
infantilmente na jogada em que sobrou um cotovelo do jogador do Bahia. O
zagueiro do Atlético comprou a briga e, no fim das contas, os dois receberam
cartão vermelho e foram mais cedo para o chuveiro.
As expulsões, diga-se, doeram mais para o técnico Joel
Santana, que perdeu seu homem de referência no ataque. Os atleticanos, por sua
vez, até mesmo melhoraram na partida. A maior posse de bola, porém, não se
convertia em gols para o Atlético.
Segunda etapa
O retorno do Dragão a campo foi de mudança: Juninho entrou,
na expectativa de dar mais movimentação ofensiva à equipe. Uma vez que Anselmo
parece intocável nesta equipe de Hélio dos Anjos, foi Felipe quem saiu.
Insatisfeita, a torcida pedia Marcão.
O primeiro lance razoável veio nos pés de Anselmo, de longe
e para fora. O tricolor Nikão, aos 20 minutos, disparou e chegou na cara do
gol, mas seu chute fraco não passou pelo goleiro Márcio.
Para o Atlético, a sina de ter a maior posse de bola e não
ter gols seguiu até o fim neste domingo. Ao Bahia, restou manter a retranca e a catimba. No final, a impressão que dava era que o Atlético, pouco objetivo que esteve em campo, poderia jogar mais 90 minutos que não conseguiria seu gol de empate.
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Ficha técnica
Atlético-GO:
Márcio; Rafael Cruz, Gilson, Anderson e Thiago Feltri (Ernandes); Agenor, Bida,
Marino e Vitor Júnior (Diogo Campos); Anselmo e Felipe (Juninho). Técnico: Hélio dos Anjos
Bahia: Marcelo
Lomba, Marcos, Paulo Miranda, Danny Morais e Dodô; Fahel, Fabinho, Diones (Carlos
Alberto) e Magno (Nikão); Lulinha (Juninho) e Souza. Técnico: Joel Santana
Local: Estádio
Serrá Dourada, em Goiânia (GO). Árbitro:
Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ). Assistentes:
Marco A. Santos Pessanha (RJ) e Antonio F. de Sousa Parreão (TO). Gol: Souza (10’ do 1º tempo). Cartões amarelos: Paulo Miranda, Marino. Cartões vermelhos:
Gilson e Souza. Público: 2.931 pagantes.
Renda: R$ 52.355