A Redação
Goiânia – O Centro Cultural Octo Marques recebeu mais de 7.500 visitantes durante 2025, em Goiânia. Ao todo, 21 artistas tiveram seus trabalhos expostos nas duas salas expositivas do espaço, Galeria de Artes Frei Nazareno Confaloni e Galeria Sebastião dos Reis.
Octo Marques
Uma das principais vitrines da arte contemporânea em Goiás, o Centro Cultural Octo Marques sediou oito grandes mostras e reuniu artistas de diferentes gerações e linguagens em exposições.
Entre os destaques, estão as exposições “Mapas Invisíveis”, de Dauto Galli, que atraiu 1.229 visitantes, e a coletiva “Sob Nossos Cascos”, de Rafael Almeida, “Sorrindo é Melhor”, de Cadjoo, e “Matrizes de Banzo: Entre o Perene e o Perecível”, de Marcelo Ramalho, que juntas somaram 2.270 visitantes.
Essas exposições abordaram temas como identidade, memória, território, corpo, ancestralidade e afetos. Os artistas utilizaram suportes variados — pintura, desenho, fotografia, instalações, videoarte, lambe-lambe, performances, pixos e até inteligência artificial. Os visitantes foram provocados por reflexões sobre a ocupação urbana, a ressignificação do passado e as violências contra o corpo.
A secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, destaca que o Centro Cultural Octo Marques também se destacou por sua política de acessibilidade e permanência.
“As galerias ficaram abertas praticamente todos os dias do ano, incluindo feriados, com exceção do Natal e do Ano Novo. Retomamos a unidade como um espaço contínuo de lazer e cultura para moradores e turistas”, celebra.
Coordenadora do equipamento, Débora Correa comemora os resultados de 2025.
“Esses números são reflexo do compromisso com a valorização da produção artística local e da democratização do acesso à cultura em Goiás. E em 2026 projetamos esse mesmo ritmo, claro com ainda mais melhorias”, afirma.
