A Redação
A morte do bombeiro João Carlos Rezende de Morais, de 29 anos, executado a tiros na noite de quinta-feira na Rua Babaçu, setor Goiânia 2, ainda segue com motivação desconhecida pelos agentes civis que coordenam a investigação, da Delegacia de Investigação de Homicídios. João Carlos chegava em casa, para onde havia se mudado há poucos meses, e ao parar o carro em frente ao portão foi abordado por um homem em uma motocicleta, que abriu fogo e fugiu em seguida.
João Carlos, lotado nos Bombeiros de Iporá e que havia há pouco tempo conseguido a transferência para Aparecida de Goiânia, era casado e tinha filha de sete meses. O caso é investigado pela delegada Leilane Batista Marciano, adjunta da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH). Durante toda a tarde desta quinta-feira, a delegada e sua equipe vasculharam a região onde ocorreu o crime, buscando filmagens de circuitos de segurança que podem ter registrado a ação e que ajude na identificação do assassino.
A delegada ressalta que, até então, não há um elemento que aponte a motivação do crime. Como a família de João Carlos Rezende ainda está muito abalada, irmãos, familiares e a mulher do bombeiro só serão ouvidos a partir da próxima segunda-feira (24/10). Somente com o depoimento deles, explica Leilane, será possível constatar se a vítima vinha sofrendo ameaças ou se tinha inimizades.
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