Michelle Rabelo
A alteração na estrutura do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo) foi aprovada na noite nesta terça-feira (25/10). A Assembléia Legislativa votou pela segunda e última vez o projeto de lei, de autoria da Governadoria, que tem como principal mudança a redução do número de agregados.
O projeto foi aprovado pela maioria. Votaram contra Humberto Aidar (PT), Karlos Cabral (PT), Francisco Gedda (PTN), Daniel Vilela (PMDB), Wagner Siqueira (PMDB), Bruno Peixoto (PMDB), Major Araújo (PRB) e Mauro Rubem (PT), que afirmou que o projeto é prejudicial aos usuários e aos prestadores de serviço.
O número de agregados agora se limita a filhos maiores de 18 anos e netos do servidor estadual. Além disso, o estado terá que pagar ao Ipasgo a mensalidade referente aos servidores que se aposentaram antes de 1997 e que não contribuem.
Segundo o diretor do Ipasgo, Múcio Bonifácio, a alteração no número de agregados tem como objetivo, renovar o quadro de usuários. “Nós temos 118 mil usuários com mais de 59 anos. Ou seja, em relação aos 650 mil usuários do Ipasgo esse número tem um peso relevante. E agora a mudança vai permitir oxigenar o quadro de usuários de tal forma que ele se renove de forma gradual, efetiva e consistente”, explica.
Segundo ele, a previsão para que a instituição esteja totalmente reorganizada e autosuficiente é para junho de 2012. O governador do Estado, Marconi Perillo, ainda deverá sancionar o projeto.