A Redação
Goiânia – O Vila Nova tem diretoria definida para o próximo biênio. Por 73 votos a 20, a chapa de Sizenando Ferro venceu a concorrente, de Magid Fleury, e agora assume o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do clube. Décio Caetano e Fábio Brasil compõem a chapa eleita. Edson Pio e Joelmir Gonçalves são suplentes.
Enquanto houve disputa pelo COF, tanto a diretoria executiva quanto o Conselho Deliberativo foram aclamados durante a eleição que ocorreu na noite desta segunda-feira (9/12), no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA).
Joás Araújo continua como presidente. Ele tem Rodrigo Nogueira Barbosa como primeiro vice-presidente e Rodolfo Otávio da Mota como segundo vice-presidente. Dobson Ferreira Borges é o vice-presidente financeiro.
Já o Conselho Deliberativo ficou assim definido: Carlos Alberto Barros é o presidente, José Eduardo Vilela é o vice-presidente, Jaime Monteiro da Silva é o secretário e Leonardo Rizzo é o suplente.
Próximo passo
Em entrevista ao jornal A Redação, Leonardo Rizzo se mostrou satisfeito com a maneira como as eleições ocorreram. Disse ainda que todos os conselheiros devem e podem contribuir para o bem do clube.
"O grupo concorrente ficou em uma situação que eu acho interessante porque, apesar de ter perdido no número de votos, terá a oportunidade de somar com a nossa gestão. Vamos procurá-los para saber onde eles querem contribuir, eles serão inseridos no contexto do Vila Nova. Eu não me lembro nesses últimos anos de ter visto uma eleição tão concorrida", disse.
"O Vila Nova está em um momento de união. É claro que ainda há discórdias, mas tudo é resolvido dentro de um processo democrático. Estamos em transição, o clube vai se organizar", concluiu.
Retornando à presidência do Conselho, Carlos Alberto Barros diz que há muito o que ser feito. "Há alguns meses esse grupo já está se reunindo e planejando concorrer às eleições. Agora que vencemos, e de forma democrática, temos que colocar em prática. Queremos arrumar a casa, colocar o clube em ordem", planeja.