A Redação
Goiânia – Os moradores do Jardim Abaporu, em Goiânia, denunciam a interrupção da coleta seletiva no bairro, que, segundo relatos, está suspensa há mais de um mês. A situação tem levado ao acúmulo de materiais recicláveis e ao descarte inadequado, gerando transtornos e preocupações ambientais.
O servidor público Rodrigo Dutra, morador da região, descreve o impacto da paralisação. “Sempre acreditei na importância de adotar os 3Rs da sustentabilidade – reduzir, reutilizar e reciclar – como parte da minha rotina. No entanto, nos últimos meses, a situação da coleta seletiva em Goiânia se tornou desanimadora”, lamenta.
Dutra tem armazenado os resíduos recicláveis na garagem de casa, isso para não descartá-los de forma inadequada. “Muitos vizinhos desistiram e estão jogando os recicláveis no lixo comum, que acaba no aterro sanitário. Minha garagem já está cheia, mas ainda espero pela coleta”, completa.
A coleta seletiva, fundamental para a destinação adequada dos resíduos, é uma demanda antiga dos moradores, que temem o aumento de lixo nas ruas e terrenos baldios. Além do impacto ambiental, a situação pode atrair pragas e gerar riscos à saúde pública.
Procurada, a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) informou que a responsabilidade pela coleta seletiva é do Consórcio Limpa Gyn. Até o momento, o consórcio não respondeu aos questionamentos da reportagem.
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