A Redação
Goiânia – "Eliseu Padilha era conhecido como um dos maiores articuladores do Congresso e profundo conhecedor da Câmara. Frequentemente, acertava o placar de grandes votações no plenário.", diz trecho de nota divulgada pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) nesta terça-feira (14/3). O ex-ministro morreu em um hospital de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, na noite de segunda-feira (13/3), onde fazia tratamento contra um câncer de estômago.
Confira a nota da íntegra:
A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) manifesta profundo pesar pelo falecimento do ex-ministro da Casa Civil, da Aviação e dos Transportes Eliseu Padilha (MDB-RS), no fim da noite desta segunda-feira (13/03), aos 77 anos, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), onde fazia tratamento contra câncer de estômago, descoberto havia um mês.
Político habilidoso, ele serviu a três presidentes – Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) –, governos nos quais atuou em prol do desenvolvimento da indústria e do setor produtivo como um todo.
Quando fazia parte do governo, Eliseu Padilha era conhecido como um dos maiores articuladores do Congresso e profundo conhecedor da Câmara. Frequentemente, acertava o placar de grandes votações no plenário.
Natural de Canela (RS), era contador, advogado e empresário. Em 1966, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar instaurado no País em abril de 1964, de acordo com o Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O advogado e político deixa a esposa Simone Camargo, seis filhos, cinco netos e o irmão João Padilha.
Consternada, a Diretoria da FIEG compartilha o momento de dor e manifesta condolências à família.
Sandro Mabel
Presidente da Fieg