
José Osório e seu novo livro sobre turismo (Foto: divulgação)
Jales Naves
Especial para o AR
Goiânia – A convite da Associação Brasileira de Turismólogos e Profissionais do Turismo (ABBTur), que realizará uma sessão de autógrafos em seu estande no Festival de Turismo (Festuris 22), no Serra Park – Centro de Feiras e Eventos, em Gramado (RS) o jornalista goiano José Osório Naves lança às 15h30 desta sexta-feira (4/11) seus três livros.
Já com grande repercussão, pelo volume de informações e dados que apresenta, o primeiro livro, “Lockdown no turismo”, traz um amplo diagnóstico sobre causas e gargalos que impedem o crescimento do turismo receptivo internacional no Brasil, paralisado desde a criação da Embratur em 1967. Incluiu nesse trabalho artigos de três ministros de Turismo e presidentes da Embratur, líderes do mercado e da academia, além da publicação, na íntegra, do avançado Plano Nacional do Turismo – 2018/2022 que, “depois do quarto ano vencendo agora, não saiu uma linha do papel e o país permanece na mesma agonia, recebendo percentualmente menos turistas estrangeiros em quase 70 anos. Por essa paralisia, o Brasil ocupa a 42ª posição no ranking mundial do turismo, abaixo do Camboja, e o quarto na América do Sul. No entanto, não só críticas contém o livro, mas sugestões de solução a cada um dos problemas que o engessam”, justificou.
A segunda obra, “As histórias da História de Brasília”, discorre sobre o embrião de quase 300 anos passados quando o Marquês de Pombal, Ministro das Relações Exteriores de Portugal, em 1751, percebeu a fragilidade de se manter a sede da Coroa no litoral, suscetível a invasões e ataques estrangeiros. “Assim, determinou a mudança administrativa do Brasil para o interior, mandando para isso fazer o primeiro mapa geofísico de Goiás, o estado mais ao centro. Sua equipe definiu o ponto mais central da região", esclareceu. Essa missão lançou a pedra fundamental da nova capital ao lado do Morro Centenário, em Planaltina, cujo obelisco só foi erigido em 1922, a mando do presidente Epitácio Pessoa, no mesmo local indicado. "Narro as intenções dos imperialistas e presidentes", acrescentou, acreditando ter dado contribuição “de conhecimento às áreas abordadas”.
O terceiro livro, “O que vi e vivi no fluir de uma vida”, de crônicas, fala de suas experiências da primeira à quarta idade. “As aventuras de viagens, encontros com Presidentes e Rainha de outros países”, afirmou, para explicar que, como jornalista especializado em turismo, narra as 36 viagens internacionais que fez a convite, “assim como os prêmios e comendas nacionais e internacionais recebidos, e as iniciativas que construí como líder sindical e presidente de associações profissionais e sociais”.