Théo Mariano
Goiânia – À frente de novo desafio, desta vez como secretária municipal de Direitos Humanos de Goiânia, a ex-vereadora Dra. Cristina garantiu, em entrevista exclusiva ao jornal A Redação nesta terça-feira (20/4), ter “total liberdade” para trabalhar na pasta do Paço Municipal. “O prefeito Rogério Cruz me deu garantia de trabalho e não condicionou o comando da secretaria a nada”, contou a secretária.
Secretária de Direitos Humanos de Goiânia, Dra. Cristina, em entrevista exclusiva ao jornal A Redação / (Foto: Letícia Coqueiro/A Redação)
Segundo a Dra. Cristina, o prefeito pediu apenas “bons resultados”. “Isso [não ter condições] para mim era vital para aceitar o convite”, comentou. A ex-vereadora ainda acrescentou sobre a relevância da pauta na sua atuação política: “Sou muito ligada ao tema.”
A nova titular dos Direitos Humanos na capital também explicou sobre a atuação da pasta comandada por ela. Conforme disse, o trabalho será dividido em quatro vertentes principais: LGBTQIA+, igualdade racial, juventude e pessoas com deficiência. “Esses quatro temas terão suas respectivas superintendências, com grupos qualificados para atender essas classes.”
Secretária de Direitos Humanos de Goiânia, Dra. Cristina, durante conversa com os jornalistas João Unes e Théo Mariano no jornal A Redação / (Foto: Letícia Coqueiro/A Redação)
A secretária revelou ao AR projetos que estão em andamento para implementação na capital. Segundo Dra. Cristina, são discutidas iniciativas como criação de praças inclusivas, a criação de uma casa de apoio à população LGBTQIA+ e também a ampliação da Central de Interpretação de Libras. “Temos uma série de propostas enviadas para o governo federal.”
O trabalho, avaliou a nova secretária, precisará de esforços em prol de parcerias não só com a União, mas também com Estado e sociedade civil. “Estamos aqui para ser essa ponte”, disse.