A Redação
A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) em agosto de 2017. O esquema teria acontecido entre 2014 e 2017, período em que foram desviados cerca de R$ 2 milhões. O crime ocorria por meio da venda de ingressos duplicados/falsificados e a consequente adulteração dos borderôs e prestação de contas.
Na decisão da juíza Placidina Pires, proferida em janeiro do ano passado, Zander foi condenado a 12 anos e quatro meses de prisão, além da proibição de exercer cargos públicos por oito anos. Outras oito pessoas envolvidas no esquema também foram condenadas. O TJ-GO informou, à época, que "a sentença cabe recurso e as penas somente serão cumpridas após o trânsito em julgado, uma vez que o Superior Tribunal Federal (STF) vetou a prisão com a confirmação da sentença em segunda instância".
Antes de assumir a Secretaria Municipal de Cultura (Secult), Zander Fábio já desempenhava um cargo em comissão na gestão do prefeito de Goiânia, Rogério Cruz. Ele era secretário executivo na Secretaria Municipal de Esportes.