São Paulo – Procuradores de Justiça do Japão acusaram formalmente dois norte-americanos de terem ajudado o ex-presidente da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, a fugir do país em dezembro de 2019. Michael Taylor e seu filho, Peter, podem pegar até três anos de prisão pela acusação de abrigar um criminoso.
Os procuradores dizem que a dupla ajudou a esconder Ghosn enquanto ele viajava da sua casa, em Tóquio, para o aeroporto de Osaka, onde o executivo se escondeu em uma caixa de equipamento musical e deixou o país em um jato particular.
Os dois norte-americanos não negaram ter ajudado Ghosn a fugir, mas os seus advogados disseram que o que eles fizeram não é um crime segundo a lei japonesa.
(Agência Estado)