São Paulo – O Brasil registrou 1.259 novas mortes pela covid-19 neste domingo (21/3). Foram 47.107 novas infecções nas últimas 24 horas. No total, o País tem 294.115 mortos e 11.996.442 casos da doença, a segunda nação com mais registros, atrás apenas dos Estados Unidos. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 2.255 e bateu recorde pelo 23º dia consecutivo.
Os dados diários nacionais são do consórcio de veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20 horas. Neste domingo (21/3), não foram contabilizados os dados do Piauí.
Segundo os números do governo, 10.449.933 pessoas estão recuperadas. Os dados são preocupantes em todo o País. A média diária de óbitos mais do que duplicou em 14 Estados e no Distrito Federal ao longo dos últimos 30 dias; em sete deles, essa média triplicou.
O rápido avanço da doença em todas as regiões tem representado uma pressão inédita sobre o sistema de saúde do País, que vive o pior momento da pandemia.No geral, só Amazonas, Roraima (Estados que passaram por picos em janeiro e fevereiro) e o Rio não assistiram a uma alta nos registros ao longo do último mês.
O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.
Neste domingo (21/3), o Ministério da Saúde informou que foram registrados 47.774 novos casos e mais 1.290 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 11.998.233 pessoas infectadas e 294.042 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados. (Agência Estado)