A Redação
Goiânia –
O Corpo Circense da Escola em Artes Basileu França lança nesta segunda-feira (1º/3) o projeto "O Que Te Move?".
Serão seis webséries produzidas pelos alunos/artistas do circo, apresentadas semanalmente, com cinco episódios cada, sempre às 19 horas, no Instagram. A data de início foi escolhida, de acordo com a coordenação de circo da escola, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, buscando fortalecer a luta feminina.
Nesta segunda (1º/3), Alejandra Martinez Arango apresentará sua websérie “SOY SOBREVIVIENTE”. Já no dia 8 de março haverá a estreia de “CORPO, COISA E COR”, trabalho conduzido por Luie Wanderley. Depois, iniciando as comemorações do Dia do Circo (celebrado em 27 de março), na semana do dia 15 de março será apresentado “A VECES SONHO” de Hoswel Garcez, seguido por “FINDÁVEL”, trabalho apresentado por Enano. Na sequência, no dia 29, Oscar protagoniza “INSÔNIA”. Para finalizar o projeto, na semana do dia 5 de abril, será veiculado “RISCO, ARTE E QUEDA” apresentado por Luís Rick.
O projeto integra as atividades formativas e experimentos cênicos do Corpo Circense. Para as webséries, a equipe pedagógica propôs que cada aluno criasse e desenvolvesse uma sequência de vídeos curtos, voltados para o Instagram, como forma de dar voz aos seus próprios anseios, explica a organização.
"O trabalho revela uma experimentação muito livre, em que cada indivíduo fala de suas inquietudes, vontades, desvaneios, dificuldades, conflitos, liberdade, entre tantas possibilidades. Buscamos, com isso, desenvolver diferentes vertentes de criação e atuação, não somente com as habilidades circenses, mas, principalmente, com a possibilidade de criar um produto artístico que tenha significado e que possa confluir em uma reflexão sobre aquilo que te move, ou aquilo que faz sentir, lutar, buscar, fazer, criar, sonhar”, afirma Rodrigo Mallet, coordenador da área de Circo do Basileu França.
De acordo com ele, o referido projeto se torna um suspiro para aqueles que acreditam que a arte pode mudar o mundo. “São possibilidades de atuação de artistas em suas vidas cotidianas, indivíduos que vivem em uma sociedade desigual, que pouco valoriza as diferentes linguagens artísticas”, complementa.