A Redação
Goiânia – Treze servidores do Centro de Internação Provisória (CIP), em Goiânia, incluindo a coordenadora, foram indiciados por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, no caso do incêndio que matou 10 adolescentes em conflito com a lei. O caso aconteceu em maio deste ano em um dos alojamentos do centro.
De acordo com a Polícia Civil, além da coordenadora, também estão entre os indiciados socioeducadores e agentes de segurança.
Ainda segundo a polícia, o fogo foi provocado pelos próprios internos. No entanto, a negligência dos servidores teria resultado nas mortes. A polícia apontou, inclusive, a demora para acionar o Corpo de Bombeiros, que só recebeu a primeira ligação cerca de 17 minutos após o início das chamas.