A Redação
Goiânia – Representantes da Indústria goiana marcaram presença em impostantes discussões em Brasília, nesta semana, e voltaram a defender as reformas para o avanço do País. Na terça-feira (3), mais de 2 mil representantes do setor no País participaram do primeiro dia do Encontro Nacional da Indústria (Enai), convenção anual organizada desde 2006, que contou com a presença do presidente da República, Michel Temer, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, entre outras autoridades e participantes de painéis com diversos temas. De Goiás, mais de 40 empresários de diversos segmentos, inclusive o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, Pedro Alves de Oliveira, participaram dos eventos.
Segundo Pedro Alves de Oliveira, a pauta foi de suma importância para o segmento, pois “defendeu a priorização, pelo próximo governo do País, das reformas tributária, da Previdência e uma agenda de segurança jurídica, capazes de consolidar ambiente de negócios que contribua para aproximar o Brasil do grupo de países desenvolvidos”.
Durante o evento, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou proposta para fortalecer os sindicatos patronais. O programa sugere às entidades da indústria diversificar receitas, prestar serviços de qualidade e até o compartilhamento de espaços para reduzir custos. O apoio da CNI também inclui a elaboração de diagnóstico, seguindo metodologia técnica, para formular uma estratégia de curto e longo prazo para cada sindicato. A previsão é de que o estudo fortalecerá algumas entidades, por meio de fusão e incorporação de sindicatos do mesmo segmento, ou sugerir a extinção de alguns deles.
Na quarta-feira (4), no Diálogo da Indústria com Candidatos à Presidência da República, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, disse que a construção de uma base de apoio no Congresso será essencial para o País avançar em propostas que contribuam para o crescimento sustentado. “O ambiente de negócios prejudicado pela insegurança jurídica paralisa o Brasil e corrói sua produtividade. Precisamos de gestores sensíveis a essas questões e que nos ajudem a mudar esse cenário”, defendeu.