A Redação
Goiânia – Diligências desenvolvidas no âmbito da Operação Paranaíba apontam que “está descartada a possibilidade de que tenha havido qualquer agressão perpetrada pelo candidato José Gomes da Rocha contra o atirador Gilberto Ferreira do Amaral no dia dos fatos (28/09)”. A informação foi divulgada pela Polícia Civil de Goiás, por meio de nota, e vai de encontro a comentários que circulam pelas redes sociais.
As investigações foram iniciadas após o assassinado de José Gomes, ex-prefeito de Itumbiara e candidato na cidade. Ele foi morto a tiros durante carreata na última semana e, pouco depois do crime, começou a circular na cidade boatos de que ele teria agredido o atirados naquele dia.
De acordo com a nota da polícia, análise de imagens de câmeras de segurança mostra que o candidato não saiu de sua residência no período compreendido entre as 2h e 16h de quarta-feira, dia do crime. “No momento em que finalmente saiu de casa, Zé Gomes foi ao encontro do secretário José Eliton e, juntos, seguiram à concentração da carreta, que viriam a acompanhar até o momento em que foram alvejados”, informa a PC.
Ainda segundo a Polícia Civil, foram colhidos “fortes elementos de convicção” que demonstram “que o atirador Gilberto Ferreira do Amaral estava afastado de suas funções no serviço público municipal por conta de transtorno psicótico devido ao uso de álcool, conforme atestado por médico”.