A Redação
Goiânia –
Ao se reunir na manhã desta segunda-feira (30/05) com representantes da Força Sindical Goiás, o pré-candidato à Prefeitura de Goiânia pelo PSDB, deputado federal Giuseppe Vecci, voltou a defender aliança forte com a sociedade civil para solucionar os problemas da capital. Vecci foi o primeiro pré-candidato convidado a participar da série de debates promovida pela central estadual, que dará a oportunidade para que cada postulante apresente suas ideias para a cidade.
O pré-candidato tucano explicou que dentro da proposta de gestão compartilhada, é possível realizar alianças com as associações, organizações não-governamentais, igrejas, sindicatos e outros segmentos da sociedade. “Podemos fazer uma aliança com os sindicatos, no sentido de, por exemplo, implementar o programa de microcrédito em Goiânia aos moldes do Banco do Povo”, citou.
Ao ouvir de representantes a precariedade dos órgãos do município e o descaso da atual administração, Vecci reforçou a proposta de profissionalização da gestão pública. “Temos que melhorar a produtividade de quem trabalha no setor público. Podemos fazer uma aliança para qualificar melhor as pessoas, para que elas possam ter uma profissão, e ajudar a classe trabalhadora a ter uma melhor empregabilidade”, defendeu.
A segurança pública, saúde, educação, transporte público, meio ambiente e políticas públicas para os idosos também foram temas abordados pela Força Sindical e respondidos por Vecci. Na área de segurança pública, o pré-candidato criticou novamente a figura do “meio prefeito”. “Segurança pública tem que ser problema também do prefeito. O prefeito precisa fazer aliança com os governos federal e estadual, fortalecer a Guarda Municipal de Goiânia, integrar todos os órgãos”, afirmou.
Outro ponto apresentado por Vecci, ao ser questionado sobre a saúde municipal, é a proposta de criação de um sistema metropolitano de atendimento à saúde, que envolva todos os municípios da Região Metropolitana de Goiânia.
Para Vecci, a reunião demonstrou a importância de ser mudar a forma de gestão da Prefeitura. “Ao meu ver, nós precisamos substituir a improvisação e o amadorismo por uma gestão aberta, descentralizada, regionalizada e que possa, certamente, criar condições de aproximar a Prefeitura do cidadão”, finalizou. (Com assessoria)