A Redação
Goiânia –
O candidato à presidência da OAB Goiás, Flávio Buonaduce, anunciou nesta quarta-feira (15/09) a proposta de criação de uma ‘Nova Central de Prerrogativas do advogado’, que vai passar a funcionar de maneira decentralizada nas cinco macrorregiões administrativas da OAB Goiás, com o propósito de melhorar a atuação da atual Comissão de Prerrogativas e, principalmente, de garantir o livre exercício da profissão.
De acordo com o advogado e conselheiro Flávio Buonaduce, “além de ação rápida, as Novas Centrais de Prerrogativas serão operacionalizadas especificamente por área de atuação. Na prática, quando uma prerrogativa for desrespeitada, além de um advogado procurador de prerrogativas, um advogado da área exclusiva da infração vai acompanhar”.
Segundo Buonaduce, ao atuar no mercado de trabalho, “o advogado naturalmente se vê em uma imbricação de vários interesses e é aí que as prerrogativas podem conduzir para uma melhor desempenho da função; são como um escudo de inviolabilidade do advogado.”
A proposta de Flávio Buonaduce pode ampliar a forma de trabalho em relação às prerrogativas, descentralizando a ação e atuando diretamente no campo de trabalho profissional do advogado, ou seja, na capital e no interior, por meio de uma central dividida por regionais da OAB.
Ação
A ideia de criar essas centrais descentralizadas para cuidar especificamente das prerrogativas do advogado é do próprio Flávio Buonaduce depois de ouvir as reinvindicações da categoria durante os debates promovidos pelo Observatório da Advocacia, um movimento interno criado por Buonaduce para abrir um diálogo com o advogado, debatendo propostas para, juntos, elaborar um projeto democrático de gestão.
Flávio Buonaduce é candidato ao cargo de presidente da Ordem nas eleições que ocorrem em novembro desse ano e está aproveitando o período de pré-campanha para percorrer todas as subseções da Ordem. “A OAB precisa de um plano de administração democrátivo que represente verdadeiramente o advogado, que espelhe as necessidades profissionais de cada região e que seja construído com a participação do advogado”.
O Observatório já percorreu 38 subseções, ouviu quase quatro mil advogados. De acordo com Flávio Buonaduce, “o objetivo do trabalho do observatório é garantir legitimidade ao exercício do nosso mandato.”