Brasília – Em um curto vídeo de um minuto e quatro segundos, a presidente Dilma Rousseff voltou a criticar a proposta de regulamentação da terceirização aprovada pela Câmara dos Deputados, que estende a terceirização para todos os tipos de atividades. Este foi o segundo vídeo da presidente publicado nesta manhã na página oficial do Palácio do Planalto no Facebook.
"Sei que é importante regulamentar o trabalho terceirizado no Brasil, para que 12,7 milhões de trabalhadores terceirizados tenham proteção ao emprego, direitos trabalhistas e previdenciários e garantia de um salário digno", disse a presidente no vídeo, destacando que regulamentar a terceirização significa também uma "maior segurança para o empregador".
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Mensagem ao trabalhador: A terceirização e a garantia de direitos
Manter os direitos e garantias dos trabalhadores é um compromisso do governo. Nesta segunda mensagem em comemoração ao #DiaDoTrabalhador, a presidenta Dilma Rousseff fala sobre a importância de se regulamentar o trabalho terceirizado no Brasil sem afetar os avanços já conquistados. Assista a mais este vídeo, compartilhe e acompanhe o Palácio do Planalto para conferir a sequência. goo.gl/qm7ZI9
Posted by Palácio do Planalto on Sexta, 1 de maio de 2015
Dilma ressaltou que, na sua avaliação, a regulamentação do trabalho terceirizado precisa "manter a diferenciação entre atividades-fim e meio, nos vários setores produtivos". "É preciso assegurar ao trabalhador a garantia dos direitos conquistados nas negociações salariais. É preciso proteger a Previdência Social da perda de recursos e assim garantir a sua sustentabilidade", afirmou a presidente.
"O meu governo tem o compromisso de manter os direitos e as garantias dos trabalhadores", acrescentou. Esta é a primeira vez que a presidente não grava um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão para o Dia Mundial do Trabalho. Em março, quando foi veiculado o último pronunciamento de Dilma, em virtude do Dia Internacional da Mulher, a presidente foi alvo de uma série de panelaços promovidos por moradores de todo o País. (Agência Estado)