Adriana Marinelli e Sarah Mohn
Goiânia – "Se for preciso ousar, vou ousar. Não tenho medo de nada na gestão pública". É o que afirma a secretária Raquel Teixeira, titular da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) sobre a implantação de Organizações Sociais (OSs) na Educação em Goiás.
Em entrevista ao jornal A Redação, a secretária Raquel Teixeira explicou que trata-se de uma fase de qualificação, com o objetivo de ampliar o número de interessados em celebrar contratos com o Estado para o projeto-piloto de gestão de escolas públicas. O edital será publicado nos próximos meses.
Questionada sobre a possibilidade do Estado adotar gestão de OSs também na Cultura, a secretária descarta. De acordo com ela, apenas a Orquestra Filarmônica de Goiás contará com esse modelo de administração, sendo que o processo já estaria, inclusive, avançado.
O Estado já conta com parcerias com Organizações Sociais na Saúde. Bastante criticado no início, o modelo é tido pelo governador Marconi Perillo (PSDB) como "uma decisão acertada". Representantes de vários Estados e também do Distrito Federal (DF) estiveram em Goiás para conhecer o funcionamento e resultado do formato adotado na gestão do tucano.