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Jairo Macedo
Demorou e quase chegou. Após quatro derrotas consecutivas, o
Atlético esteve muito perto da vitória que lhe garantiria matematicamente a
permanência na Série A do Brasileirão. Um gol de Paulo Henrique Ganso no último
minuto, porém, decretou o empate em 1 a 1 com o Santos.
Não foi fácil. Com quase toda a equipe titular em campo, o
Peixe exigiu muito da defesa atleticana. Até expulsão teve, na tentativa de
segurar Neymar e companhia. Embora extremamente frustrante, o empate não é de
todo ruim. Hoje com 43 pontos, o Atlético continua na 12ª posição, ainda segue
na zona de classificação para a Copa Sul-Americana e enxerga como quase
impossível a queda para a Segundona.
Rola a bola
Neymar, aos 10 minutos de partida, foi o primeiro a chegar
ao gol adversário no Pacaembu. O astro santista bateu falta com muita categoria
– e alguma ajuda dos companheiros para atrapalhar a barreira -, levando a bola
muito próxima à trave esquerda de Márcio.
Quatro minutos depois, o goleiro atleticano teve que ir à
outra trave defender nova bola batida de fora da área por Neymar. Henrique buscou
o rebote, girou, fez belo corte, mas arriscou para fora.
Pelo lado goiano, muita dificuldade na marcação. Agenor e
Joílson foram amarelados na tentativa de parar Borges e Neymar. Na frente, no
entanto, o Santos mostrou que tem a característica de “jogar e deixar jogar”,
como diz o clichê do futebol.
Leonardo marca
Nesse tal “deixar jogar”, o Dragão arranjou uma falta na
direita da área santista. Bida alçou na área e, nas costas da zaga adversária,
encontrou Leonardo completamente livre. Para quem pretende enfrentar o
Barcelona de igual para igual, a defesa do Santos mostra que ainda lhe falta
alguma coisa.
Melhor para o zagueiro do Atlético, que cabeceou cruzado e
fez belo gol. Melhor também para o técnico Hélio dos Anjos, que bancou a
escalação do zagueiro e se saiu bem na escolha.
Paulo Henrique Ganso respondeu em seguida, com falta cobrada
por cima da barreira que foi beijar o travessão do Atlético. O time do Santos
jogava bem, mas falhava no sistema defensivo e, no ataque, insiste e faltas e
pênaltis inexistentes.
Etapa complementar
No retorno dos vestiários, o time de Muricy Ramalho tratou
de ir para cima dos goianos. Em um minuto de partida, três grandes chances de
gol. Edu Dracena cabeceou e Márcio defendeu. Borges também tentou e Márcio
tirou outra vez. No rebote, Edu Dracena tentou novamente, mas por cima do gol.
Expulsão
A situação piorou quando Agenor fez nova falta dura e, com o
segundo amarelo na partida, foi expulso. Dessa forma, Hélio dos Anjos foi
obrigado a sacrificar um atacante – Juninho, outro que foi promovido pelo
técnico à titularidade – para a entrada do volante Dodó.
Ganso no último
minuto
Na continuidade da pressão, Borges e Alan Kardec obrigaram
Márcio a fazer duas grandes defesas. Melhor jogador da partida, o goleiro
atleticano não merecia tomar o gol que veio no final.
O árbitro Alicio Pena
Júnior achou por bem dar nada menos que seis minutos de acréscimo. Tempo o suficiente para Paulo Henrique Ganso, aos 50
minutos, receber de Durval, girar e bater sem chances para o goleiro do
Dragão.
Ficha técnica
1 Santos: Rafael;
Danilo, Edu Dracena (Léo), Bruno Rodrigo e Durval; Adriano (Alan Kardec),
Arouca (Felipe Anderson), Henrique e Ganso; Borges e Neymar. Técnico: Muricy Ramalho
1 Atlético-GO:
Márcio; Rafael Cruz, Leonardo, Anderson e Thiago Feltri; Agenor, Ernandes, Bida
e Joílson; Anselmo (Marcão) e Juninho (Dodó). Técnico: Hélio dos Anjos
Local: Estádio
Pacaembu (São Paulo/SP). Árbitro:
Alicio Pena Júnior. Assistentes:
Janette Mara Arcanjo e Helberth Costa Andrade (ambos de MG). Gols: Leonardo (37’ do 1º tempo), Ganso
(50’ do 2º tempo). Cartões amarelos: Joilson, Agenor, Leonardo,
Adriano, Edu dracena, Bida, Rafael Cruz, Dodó, Anselmo, Neymar. Cartão vermelho: Agenor. Renda: R$ 359.795 Público: 18.044 pagantes.